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Artista: Banda Radar - Atualizado

Atualizando

Depois de 15 anos separados, o grupo que acompanhou Belchior por mais de 10 anos se reúne para uma turnê nacional com os grandes sucessos do Rapaz Latino-Americano.

A BANDA RADAR, grupo de apoio de Belchior por mais de dez anos, faz apresentação com os grandes sucessos do cantor e compositor Belchior, que fizeram a cabeça de toda uma geração.


Este espetáculo é uma homenagem a Belchior, cantor e compositor que com suas canções longas, fortes e ácidas, com influências nordestinas, do rock, do blues e das baladas ofereceu ao Brasil autênticos clássicos que atravessaram décadas mantendo a força da sua palavra cantada por toda uma geração.

A BANDA RADAR é formada por João Mourão (baixo), Sérgio Zurawski (guitarra), Monsieur Parron (bateria) e Roger Carrer (teclados) que estão de volta à cena musical, para tocar o cancioneiro geral de Belchior, com o auxílio dos poderosos vocais de Enzo Ballarini que com certeza vão tirar a poeira do blusão de couro e cair na estrada.

Velhos amigos, eles se conheceram nos anos 1980 e logo formaram a Banda Radar, para acompanhar Raul Seixas. Em seguida, num “sequestro musical”, passaram a ser a banda de Antônio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes. Da Bahia, para o Ceará, do Maluco Beleza para o famoso Bardo de Sobral, tudo foi só uma breve virada de página. Ou de pauta. “Com esta turnê, pretendemos resgatar e celebrar a importância de Belchior, nome fundamental na MPB”, resume Zurawski.

Belchior tocou com a nata dos músicos brasileiros, mas a Banda Radar – nome escolhido porque todos os membros eram muito antenados nas tendências musicais em geral – operou a cristalização, a formatação do som do compositor. Isso fica patente nos oito discos que a banda gravou com o Bardo, principalmente em dois álbuns ao vivo: “Um Show – Dez Anos de Sucesso” (1986) e “Trilhas Sonoras” (1990).

Os dois LPs, nunca relançados em formato digital, são complementares e formam uma sequência ascendente. Mais que a obra, resume a estética Belchior de cantar e compor. Um bem-bolado de Jack Kerouac e Bob Dylan, com altas doses de John Lennon e Luiz Gonzaga. Essa improvável garrafada musical é o mote da turnê “Banda Radar Toca Belchior”.

A formação clássica da Radar incluía os teclados sofisticados e jazzísticos de Glauco Sagebin, Ele seria a escolha natural para pilotar as pretas & brancas novamente, porém faleceu há cerca de quatro anos, de infarto. Dessa forma, entre vários outros músicos que passaram pela banda, a escolha recaiu sobre o paranaense Roger Carrer.

Roger e a Banda Radar se conheceram durante a passagem de som de um show de Belchior no Teatro Guaíra, em Curitiba, em 1989. Roger, além de músico, era roadie da empresa de som contratada para aquele show. O encontro iria render frutos anos mais tarde, quando, após o regresso de uma temporada de cinco anos vivendo em Nova York, ao se estabelecer em São Paulo, foi convidado pela banda para tocar com Belchior. Carrer também ficou surpreso com o convite. “Chegou na hora certa, todos precisamos estudar a imponente obra de Belchior, é uma verdadeira cartilha do Brasil.”

No total, a Banda Radar acompanhou Belchior por 10 anos, entre 1986 e 1996. De lá para cá, o baixista, produtor e arranjador João Mourão montou um estúdio, onde produzia jingles, além de acompanhar e gravar com artistas como Renato Teixeira, César Camargo Mariano, Elba Ramalho, Jair Rodrigues e Chitãozinho & Xororó. Hoje ele é diretor musical da TV Século 21 e trabalha como produtor musical e arranjador, além de coordenar o maior prêmio de música católica do Brasil, o Troféu Louvemos o Senhor. Segundo Mourão, “a complexa musicalidade de Belchior e suas letras maravilhosas resgatam um país de dentro para fora, do interior para as capitais”.

Na virada dos anos 2000, Zurawski se mudou para Portugal, onde viveu por 12 anos em Lisboa, atuando como guitarrista, produtor e arranjador. Lá, na “Terrinha”, o paulistano descendente de poloneses e portugueses tocou nos grupos Couple Coffee e no aclamado Madredeus, além de ter fundado seu próprio grupo, o Zurawski Ensemble. Ao longo de sua carreira tem atuado também como compositor de trilhas sonoras – uma de suas especialidades – para cinema, TV, videogames e teatro, em projetos nacionais e internacionais.

Monsieur Parron deu uma breve pausa na carreira musical e engatou uma bem-sucedida carreira de funcionário do INSS. Porém, muito previdente, não deixou de tocar. Toda semana, ele assume as baquetas do grupo On The Rock, que toca rock a todo vapor nos fins de semana paulistanos. O apelido Monsieur foi dado por Belchior, numa brincadeira com a sonoridade francesa do sobrenome artístico “Parron” – e devido ao seu enorme e iluminado sorriso. “Um dia cheguei com uma boina, e o Bel começou a falar em francês comigo, Monsieur pra lá, Monsieur pra cá...”, lembra Parron, alegre como um moleque e ansioso para começar a turnê.

Com a base instrumental resolvida, faltava ainda definir o frontman, quem iria assumir o microfone. Depois de muitos testes, convites e audições, o escolhido foi Enzo Ballarini, vocalista com voz expressiva e uma personalidade artística marcante, Enzo confere grande originalidade à performance, com equilibradas, vigorosas e emocionantes interpretações, fiéis à essência das canções de Belchior. Ele não esconde a surpresa, mas encara o desafio com naturalidade, sem mêdo. “Belchior é referência na minha carreira, e na de qualquer músico brasileiro. É uma enciclopédia musical. Tomara que nos ouça e venha dar uma canja”, torce Enzo.

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